sexta-feira, 1 de novembro de 2013

HOSPITAL E.D. PERDEU SEU PRESIDENTE



Morreu inesperadamente em Porto Alegre o erechinense Waldemiro Claudino Galli. A missa de sétimo dia ocorrerá na Igreja N.Sª das Dores neste domingo.

Como tantos, conheci o Waldemiro desde quando desempenhou atividades como contador da antiga Casa Progresso, de Samuel Foguel, onde hoje está o Magazine Luiza. Na vida social foi presidente do Ypiranga F.C. e mais tarde militando na política eleito vereador e presidente da Câmara Municipal. Seu partido, antigo PTB, correligionário de João Caruso, depois PMDB. Também desempenhou a função de fiscal da Fazenda Estadual, por concurso, e seu último trabalho foi à frente da direção do Hospital Ernesto Dorneles, responsável pela sua ampliação e modernidade.

Waldemiro Claudino  Galli era casado com dona Haydê e teve quatro filhos.

A última vez que encontrei o ilustre conterrâneo há uns seis anos atrás, foi na Rua da Praia, próximo ao prédio do Correio do Povo onde mantêm seu apartamento.

O Galli era um sujeito espirituoso, alegre e gostava de contar e fazer piadas. Uma de suas manias: sempre que uma notícia era publicada nos jornais locais e que continha algum erro era o primeiro a enviar um bilhetinho para a redação apontando o equívoco.

O Hospital Ernesto Dornelles de Porto Alegre, pertencente à Associação dos Funcionários Públicos Estaduais muito deve a Waldemiro Claudino Galli. Foi seu presidente por mais de um mandato. O projeto de ampliação e modernização daquele hospital muito tem a ver com a dinamicidade e criatividade de Galli.
Minha modesta homenagem de saudade ao amigo que partiu. Aos familiares que ficaram meus sentimentos.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

PROJETO ESTOUVADO

Quando os deputados não tem o que fazer eles criam projetos loucos, fantásticos. A CCJ – Comissão de Constituição e Justiça, da Câmara dos Deputados – aprovou proposição para garantir 173 vagas para negros ou pardos no Congresso Nacional.

Nove anos depois de as cotas raciais começarem a ser implantadas nas universidades do País, a Câmara dos Deputados pretende que elas sejam também aplicadas em eleições. Isso é um delírio de quem propôs. A política de cotas, sob o pretexto de tratar desigualmente os desiguais, trata desigualmente os iguais — vale dizer: fere o fundamento da igualdade perante a lei, sem a qual não pode haver democracia digna do nome. Isso é um despropósito para não dizer outra coisa. Segundo a proposta, o eleitor daria o seu voto habitual e depois um outro, para preencher as cotas. Ora, isso fere o fundamento primeiro da democracia, que é a liberdade de voto. Por que, seja eu branco, mestiço ou negro, devo ser obrigado a escolher, no universo dos candidatos autodeclarados negros, um representante?

Porque não impor aos partidos uma cota de candidatos negros? Isso atenderia às demandas do cotismo, sem, no entanto, agredir a liberdade de escolha do eleitor. Em tese ao menos, um maior número de negros candidatos poderia resultar num maior número de negros eleitos. Os partidos não tem que reservar 20% do número de candidatos da sua legenda para as mulheres? Pois, que se adote o mesmo sistema. Não vai faltar amanhã, outra anta que queira apresentar uma PEC - Projeto de Emenda a Constituição - para estabelecer cotas para deficientes, por exemplo; para sindicalistas, para advogados... viraria um Congresso de cotistas. Li um comentário de Reinaldo Azevedo, escritor e jornalista em que ele pergunta: o que é ser negro? Eles já não estariam fazendo parte do nosso Congresso?

Ele faz o seguinte raciocínio: Segundo o IBGE em um levantamento feito em 2010, cujo registro decorrer da autodeclaração, os negros propriamente formam 7,6% da nossa população. Caso a Câmara fosse dividida segundo a cor da pele, o resultado seria este:

Brancos - 91.051.646 (47,73%) - 245 deputados

Pardos - 82.277.333 ( 43,13%) - 221 deputados

Negros - 14.517.961 ( 7,61% - 39 deputados

Amarelos - 2.084.288 (1,09% - 6 deputados

Indígenas - 817.963 (0,43%) - 2 deputados

Um outro exemplo para finalizar:

Vejam o caso do STF - Supremo Tribunal Federal - o presidente da Corte é o ministro Joaquim Barbosa, um "negro negro", não um "negro mestiço". Como negro, levando-se em conta a tal divisão proposta em cotas, ele estaria na faixa dos 7,61% da população, o que não garantiria nem mesmo um "representante" desse suposto grupo na Corte. Mais: ainda considerando o critério e prosseguindo no exemplo do STF precisaria nomear mais mulheres, até que atinja, pelo menos o número de seis. A competência e o notório saber seria apenas o segundo critério.  Mas, na verdade, o que se observa é que se deseja encabrestar o Congresso. Ora, no que concerne ao voto, esse direito já é amplamente assegurado a todos, inclusive aos analfabetos, que só não podem ser votados. Não há grupo social no Brasil que esteja impedido de votar ou que tenha seu voto condicionado a essa ou àquela circunstância. A composição da Câmara, dentro do modelo proporcional, reflete a vontade dos brasileiros. Há distorções, sim! Essa distorção — ou aquela outra, que acaba elegendo o deputado sem voto por causa da proporcionalidade — nada, rigorosamente nada, tem a ver com a questão racial. Brancos, pardos, negros, indígenas, amarelos votam em quem bem entenderem, sem qualquer patrulha ou restrição. Esse é o fundamento do voto universal e da democracia. 

O que o deputado Luiz Alberto (PT-BA), autor do projeto juntamente com o mensaleiro João Paulo pretende, isto sim, é subordinar metade do Congresso brasileiro aos movimentos que têm a pretensão de dividir o Brasil em raças. Somos da raça humana. Se a cor da pele nos distingue e se isso ainda traz prejuízos para muitos brasileiros, precisamos investir mais na integração e menos no confronto.

 

 

 

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

DESCULPEM PELOS NOSSOS TAXISTAS



A jornalista Rosane de Oliveira, de Zéro Hora foi oportuníssima em divulgar em sua coluna desta segunda-feira o comentário com o título acima que pela sua importância amplio para conhecimento dos leitores. Ela escreve:
“É duro admitir, mas Porto Alegre ainda tem um longo caminho a percorrer até ser considerada uma cidade amigável para os turistas. O 20º Mundial de Atletismo Master, que trouxe mais de 4 mil pessoas de diferentes partes do mundo, mostrou que não estamos prontos para a Copa de 2014, embora nossas autoridades apregoem o contrário e digam que os percalços foram isolados. De todas as nossas falhas, a mais vergonhosa é a que envolve taxistas picaretas, dispostos a levar vantagem enganando turistas.
Mesmo que a maioria absoluta dos motoristas de táxi seja honesta, o comportamento dos que achacaram turistas envergonha a cidade inteira. Três casos entrarão para a história como simbólicos da falta de preparo para receber estrangeiros:
1 – Dois atletas japoneses pagaram R$ 300 para ir do Cete, no bairro Menino Deus, até o Shopping Praia de Belas, uma corrida que não daria mais do que R$ 10;
2 – A camaronesa Rose Kakanou, 47 anos, perdeu a prova de lançamento de dardo porque chegou atrasada depois de ficar mais de uma hora dando voltas pela cidade com um motorista inescrupuloso que lhe cobrou mais de R$ 100 para ir do Menino Deus à Sogipa;
3 – Um chileno pediu para ir do Centro à Usina do Gasômetro e o motorista apresentou uma conta de R$ 50.
Será que em menos de um ano dá para mudar esse tipo do comportamento? A Secretaria Municipal de Turismo se preocupou em oferecer cursos de inglês e espanhol para os taxistas e a produzir material impresso com um vocabulário básico em diferentes idiomas, mas achou que não precisava dar noções básicas de civilidade e honestidade, dois conceitos inseparáveis para quem lida com público. Não serve de consolo saber que não estamos sós, que em diferentes cidades do Brasil o turista desavisado corre o risco de ser assaltado por quem deveria transportá-lo.
Ainda há tempo para que a prefeitura e o governo do Estado adotem medidas para convencer os prestadores de serviços a tratar bem o turista. O Mundial de Atletismo Master acabou, a Copa terá poucos jogos em Porto Alegre, mas a cidade precisa se preparar para receber visitantes em qualquer temporada”.
São esses profissionais, entre outros, que estragam o Brasil, mais do que já está avacalhado no exterior.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

NÃO PRECISAMOS DE MAIS LEIS QUE PROÍBAM EXPERIÊNCIAS CRUÉIS COM OS ANIMAIS



Acredito que a postura dos ativistas que se arriscaram em defesa dos animais utilizados em testes no Instituto Royal se tornará um março na defesa da fauna.
Não necessitamos de mais proibições, diante da existência de comando Constitucional expresso vedando práticas que submetam animais à crueldade (CR/88, artigo 225, inciso VII):
Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.
§ 1º - Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público:VII - proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade.
Acresça-se à previsão constitucional, o disposto no artigo 32 da Lei 9605/98, que tipifica como crime a realização de experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos:
Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.
Logo, claros são os impeditivos existentes no Ordenamento Jurídico (de ordem constitucional e legal) voltados para a vedação de práticas de experiências cruéis realizadas com os animais.
E, por tais razões, não podem ser aceitas justificativas que se apresentem com o objetivo de tentar conceder às condutas vedadas uma aparente legitimidade.
O que se mostra imperiosa é a conscientização de uma sociedade que se diz livre, justa e solidária e que recebeu do Constituinte o dever de defender e preservar o meio ambiente.
Afinal, preservando-se o ambiente, preserva-se a vida:
O povo que respeitar sinceramente os direitos, atribuíveis aos animais, respeitará melhor os direitos da humanidade (Marco Antônio Azkoul).

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

O MUNDO SE APREOXIMA DO FIM



Senado votará esta semana Estatuto (PL 122) que legaliza a pedofilia, o homossexualismo e a perseguição aos heterosexuais.

Marta Duplicy, ministra de Dilma e senadora, e os renegados sociais seus aliados, não querem nem ouvir falar em famílias tradicionais.

Há muitas previsões no projeto de lei  da psicótica senadora Marta Suplicy: mudanças em passaporte e carteira de identidade, liberdade absoluta para gays e censura a heterossexuais, vigilância policial sobre costumes sociais em todas as partes - hospitais, colégios, conselhos de psicologia, hotéis, restaurantes, locais públicos, meios de comunicação que serão vigiados, e prisões para quem desrespeitar a nova lei.

Trata-se de algo simplesmente nazista, que não existe em nenhum lugar do mundo. O Brasil teria centenas de exilados políticos, principalmente jornalistas, cientistas, psiquiatras, psicólogos que não poderiam publicar algo inimaginável. Então a proposta diferenciada para gay é: não discriminá-los, não ofendê-los, não maltratá-los. Ora, mas essa é a regra para todos, não é?

O Senado votará o monstrengo jurídico esta semana.

Alguém, que não sejam os renegados sociais, concorda com isto?

Eis o texto sobre o assunto distribuído pelo próprio Senado:

“A senadora Marta Suplicy (PT-SP) elogiou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC), elaborada pela Comissão Especial de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que quer ampliar privilégios a indivíduos viciados em práticas homossexuais. De acordo com a agência de notícias do Senado, “a PEC tem como um de seus principais ponto a criminalização da homofobia e estabelece a pena de dois a cinco anos de reclusão para aqueles que praticarem atos de discriminação e preconceito em virtude da orientação sexual de alguém. A “mesma punição se estende aos que incitarem o ódio ou pregarem [contra a] orientação sexual ou identidade de gênero”.

O Estatuto da Diversidade Sexual conta com 109 artigos, que alteram 132 dispositivos legais. O Estatuto criminaliza a fobia, reconhece o direito à livre orientação sexual e iguala os direitos fundamentais entre heterossexuais e LGBTs.

Eis alguns dos “avanços” que o Estatuto da Diversidade Sexual propõe:

Legitimação da PEDOFILIA e outras anormalidades sexuais:

Título III, Art. 5º § 1º – É indevida a ingerência estatal, familiar ou social para coibir alguém de viver a plenitude de suas relações afetivas e sexuais.

Sob essa lei, a família nada poderá fazer para inibir um problema sexual nos filhos. A sociedade nada poderá fazer e autoridades governamentais que ainda restarem com um mínimo de bom senso estarão igualmente impedidas de “interferir”.

Retirar o termo PAI E MÃE dos documentos:

Título VI, Art. 32 – Nos registros de nascimento e em todos os demais documentos identificatórios, tais como carteira de identidade, título de eleitor, passaporte, carteira de habilitação, não haverá menção às expressões “pai” e “mãe”, que devem ser substituídas por “filiação”. Essa lei visa beneficiar diretamente os ajuntamentos homossexuais desfigurados tratados como família. Para que as crianças se acostumem com “papai e papai” ou “mamãe e mamãe”, é preciso eliminar da mente delas o normal: “papai e mamãe”.

Começar aos 14 anos os preparativos para a cirurgia de mudança de sexo aos 18 anos (pode começar com hormônios sexuais para preparar o corpo).

A essas alturas já estou rezando pelo fim do mundo, hoje, já!  Que absurdo!