terça-feira, 9 de julho de 2013

SOSSELA PODE PERDER LUGAR COMO CANDIDATO A PRESIDÊNCIA DA ASSEMBLEIA PARA SEU COLEGA CIRO SIMONI


O gabinete do deputado Gilmar Sossela distribuiu na tarde desta terça-feira, 9, a todos os órgãos de imprensa uma nota, esclarecendo que a indicação do parlamentar para presidir a Assembleia Legislativa no próximo ano está confirmada.

A nota foi redigida e distribuída em virtude dos boatos surgidos de que seu nome seria trocado pelo seu colega Ciro Simoni, atual Secretário da Saúde.

Para tal, Simoni renunciaria o cargo de secretário estadual da saúde e voltaria para a Assembleia. Caso o boato venha a se confirmar, Ciro Simoni até poderá ser eleito, mas dividirá a Assembleia.

 A íntegra da nota é a seguinte:

O líder da bancada do PDT, deputado Gerson Burmann, reunido nesta terça-feira (9) com os parlamentares pedetistas, ratificou a indicação do deputado Gilmar Sossella para a presidência da Assembleia Legislativa no próximo ano, conforme decisão da bancada no início da atual legislatura. Os deputados Gerson Burmann, Diógenes Basegio, Vinícius Ribeiro, Marlon Santos, Gilmar Sossella, a deputada Juliana Brizola e o deputado Décio Franzen reafirmaram que a indicação é fruto de discussões internas da bancada e do partido, conforme critérios políticos e técnicos que têm sido sempre respeitados. 

REFORMA POLÍTICA

O site da Revista Veja publica agora a noite:

Câmara enterra reforma política válida para 2014

Desde a semana passada, o governo procura uma saída para salvar sua proposta oportunista de plebiscito para a reforma política. Nesta terça, a derrota foi sacramentada com posição dos líderes dos partidos na Casa

Laryssa Borges, de Brasília
FIM DA LINHA - Líderes dos partidos na Câmara decidem sepultar a tentativa do governo de mudar o sistema eleitoral brasileiro para as eleições de 2014 (Fernando Bizerra Jr./EFE)
"O plebiscito para 2014 já foi enterrado. Já teve até missa de sétimo dia", deputado Eduardo Cunha (RJ), líder do PMDB
Os líderes dos principais partidos na Câmara dos Deputados decidiram enterrar nesta terça-feira a proposta da presidente Dilma Rousseff de realizar um plebiscito às pressas para aprovar a reforma política válida para as eleições do próximo ano.
A decisão foi tomada após um encontro dos líderes na casa do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), seguido de uma reunião oficial no Congresso. Paralelamente, os ministros Aloizio Mercadante (Educação) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais) também se reuniram com deputados da base.
Foi a segunda vez que os deputados sentaram à mesa para deliberar o mesmo assunto: que o Congresso não tem condições de definir as perguntas do plebiscito e convocar a consulta popular em poucas semanas, como quer a presidente. "A questão do plebiscito é de ordem prática. Dentro do prazo que a anualidade constitucional exige, não haveria como fazer o plebiscito para a eleição de 2014. Isso é uma constatação de todos. Em termos práticos, se tornou inviável para 2014", sentenciou Alves, que anunciou a formação de um grupo de trabalho para elaborar uma proposta de reforma política no prazo de três meses.
Luis Macedo / Câmara dos Deputados
Reunião da Base Aliada
Líderes dos partidos aliados se reúnem na Câmara
Na semana passada, os deputados já haviam comunicado ao vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), encarregado de negociar a proposta com o Congresso, sobre a resistência das bancadas em levar o tema adiante de afogadilho. Na saída do encontro,Temer anunciou o recuo do governo em tentar aprovar o plebiscito para 2014, mas, horas depois, foi desautorizado por Dilma. Paralelamente, o PT ainda tentou pressionar pela aprovação da proposta, aumentando o constrangimento ao vice.
Desde então, perdido e sem o apoio dos partidos aliados, o governo tenta buscar uma saída "honrosa" para o plebiscito oportunista que inventou. Dilma chegou a pedir socorro na semana passada ao PT para tentar retomar o diálogo com sua base, especialmente com o PMDB, mas seus articuladores políticos não conseguiram contornar a crise.
PT - Nesta terça, o próprio PT acabou isolado durante a discussão. O partido agora afirma que tentará recolher 171 assinaturas para apresentar um projeto de decreto legislativo destinado a insistir na ideia de armar um plebiscito válido para o ano que vem.
Nas bancadas aliadas, cresceu a insatisfação com a forma afobada que o governo conduziu a tentativa de impor a convocação do plebiscito ao Congresso. "O plebiscito para 2014 já foi enterrado. Já teve até missa de sétimo dia. Não se pode criar uma frustração para a população e aprovar algo que não pode aplicar na próxima eleição. O PT pode conseguir as assinaturas [para a tramitação do projeto de decreto legislativo], mas não vai conseguir aprovar", disse o líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ).
 A avaliação nas siglas aliadas foi que o PT quis se aproveitar do calor dos protestos nas ruas para aprovar mudanças no sistema eleitoral que beneficiassem o partido. No Congresso, o PT trabalhava para emplacar um modelo de financiamento que permitisse ao partido com maior número de votos nas eleições anteriores - no caso, em 2010, o próprio PT - ficar com a maior fatia dos recursos públicos.

domingo, 7 de julho de 2013

CONVITE AO RECALL



O Brasil foi convocado para o recall. Recall em inglês quer dizer fazer voltar à memória, lembrar, rever. Por exemplo, as políticas de saúde, segurança; as leis dos partidos; as leis fiscais etc. precisam ser revistas, passar pelo recall.
Mas, para que isso aconteça foi preciso o povo saísse ás ruas para protestar, promover (lamentavelmente) quebra-quebra, saquear, roubar  tudo por conta de uma histeria coletiva que se espalhou por todo o país e que poderia ter sido evitado se os políticos, efetivamente, cumprissem com o seu verdadeiro papel.
Sobre tantas mudanças que precisam ser feitas, duas delas seria o fim do voto obrigatório o voto avulso.
O voto imposto, exigido, é idêntico ao casamento.
Quando contraímos compromisso matrimonial juramos até a morte que não nos separaremos do cônjuge. Mas, em determinado momento da vida a lei nos permite a separação. Por que através do voto precisamos “casar” com um deputado e suportá-lo por quatro anos, ou com um senador por oito anos e só nos livrar dele numa próxima eleição? Mesmo porque a multa para quem não vota é ridícula.
Sobre a candidatura avulsa seria outra boa novidade, pois permitiria ás pessoas que não tem partido; que não gostam de partido; que odeiam partido político anunciar-se como candidato, sem estar compromissado com filosofias partidárias, programa, grupo... O único compromisso seria jurar cumprir e defender a Constituição, promovendo o bem estar da sociedade.
Por mais que muita gente não goste do governador Sérgio Cabral (PMDB) do Rio de Janeiro, comungo com ele sobre a idéia do voto facultativo e a realização de um plebiscito sobre reforma política em que a população decida sobre pontos específicos a serem definidos pelo Congresso Nacional, em vez de uma consulta sobre a convocação de uma constituinte exclusiva.
A candidatura avulsa não compromete os partidos como andam dizendo por aí sob o argumento de que os aventureiros poderiam lançar candidaturas avulsas.
Mas há também aventureiros nos partidos! Então é um argumento que não convence, pois os aventureiros estão em toda parte. Esse tema vale uma consulta pública, assim como o voto obrigatório. O voto facultativo melhoraria demais a política brasileira.
Estamos vivendo um aprendizado e temos que estar mais juntos para discutir o pacto federativo. Não dá para um jogar a responsabilidade para o outro. Questões como reforma política, combate à corrupção, saúde, educação têm envolvimento direto de todos os entes federativos.

Depois de assistir o Globo Repórter da última sexta-feira, fiquei com inveja dos irmãos uruguaios.
Um país praticamente do tamanho do Rio Grande do Sul onde não há congestionamento de trânsito, tem uma população cem por cento alfabetizada, é onde se produz a melhor carne bovina da América do Sul, doces de leite, o próprio leite, azeite da melhor qualidade e o que é mais importante, o aposentado uruguaio ganha bem.
Exatamente o que lá tem de bom, aqui tem de pior. O nosso leite até produtos químicos colocam para se obter mais lucro; a carne nem se compara e o aposentado é considerado  pelo governo um reles da sociedade.
O Uruguai é o pais do bem viver, como é conhecido. Não há corrupção, a internet é de graça; na escola cada aluno tem um computador; pescado fresquíssimos, vinhos deliciosos, tudo produzido na própria terra. Ruas sem engarrafamentos. Não há violência.
Enquanto no país vizinho e amigo os idosos recebem uma justa aposentadoria, no Brasil o famigerado fator previdenciário deixa-os a cada ano que passa mais pobre. Por isso o Uruguai é um país tranquilo.

sábado, 6 de julho de 2013

VEJA CONDENA AS PERGUNTAS DE DILMA

 Extraí do Blog do Políbio Braga

Abaixo, as dez questões do "plebiscito de Veja":
1) Os brasileiros trabalham cinco meses do ano só para pagar impostos e agora o governo quer que paguemos também todas as campanhas eleitorais dos políticos. Você concorda?
2) Se bem gasto, o dinheiro dos impostos seria mais do que suficiente para prover de educação, saúde e segurança os brasileiros. No entanto, a população tem de pagar uma segunda vez por escolas privadas, médicos e seguranças. Você concorda?
3) Você concorda em proibir o uso de jatinhos da FAB por políticos e, com o dinheiro economizado, investir na melhoria do transporte coletivo urbano e na saúde?
4) Aos 16 anos, um(a) brasileiro(a) já pode votar e se casar. Caso ele(a) cometa crimes bárbaros, deve ser julgado(a) como se fosse uma criança?
5) Você concorda que Brasília deveria abandonar a galáxia distante onde vive e voltar para o Brasil?
6) Você concorda que deveria acabar a alegação de "réu primário" uma vez que isso beneficia quem mata pela primeira vez, mesmo que de maneira cruel e sem chance para a vítima?
7) Você aceita ceder aos caciques dos partidos políticos seu direito de escolher o candidato em quem votar?
8) Você concorda que deveriam ser fechadas as embaixadas brasileiras na Coreia do Norte, Cuba, Azerbaijão, Mali, Timor-Leste, Guiné Equatorial, São Cristóvão e Névis, Santa Lúcia, Botsuana, Nepal, Barbados e em outros países sem a menor expressão, e o dinheiro gasto com elas investido nos hospitais públicos no Brasil?
9) Você concorda que quem recebe dinheiro do governo federal poderia ter o direito de se declarar impedido de votar por óbvio conflito de interesses?
10) O governo tem 39 ministérios e nenhum deles resolveu sequer um problema relevante do Brasil. Você fecharia a maioria deles?

Diante de todas essas perguntas, pode até ser que Brasília esteja repleta de extraterrestres. Mas o fato é que os editores de Veja também habitam um universo paralelo.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

MORRO E NÃO VEJO TUDO

Cada vez que ouço ou leio nos jornais o nome de Fernando Collor aflora a sudorese na pele de raiva de um dia ter contribuído pela eleição desse antropopiteco à presidência da República. É que naquela época o cara era ele. Como me arrependi!
Mas, me conformo porque cerca de 50 milhões de brasileiros também entraram nessa canoa furada.
Agora leio na imprensa que o ilustre senador por Alagoas quer diminuir o poder de fiscalização do Tribunal de Contas da União – TCU. Não é um absurdo inominável?
Collor apresentou duas propostas para submeter ás decisões do tribunal, como paralisação de obras, ao crivo do Congresso. Além disso, defende punição para auditores responsáveis pela fiscalização.
Esse cara está completamente doido, não é possível!
Se, com fiscalização roubam e somem com o dinheiro público, subfaturam obras, o que não será sem fiscalização!
Desde que assumiu a presidência da Comissão de Infraestrutura do Senado, o senador alagoano tem feito barulho nas críticas ao trabalho dos auditores do Tribunal de Contas da União.
A proposta de Collor é uma emenda ao projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2014, sugerindo punição criminal, cível e administrativa para auditores de tribunal pelo “exercício irregular” na fiscalização de obras e por danos ao Erário, “inclusive aqueles decorrentes da paralisação ou atraso” das construções.
É, ou não é um contrassenso em um período de protestos por menos corrupção e melhores condições sociais. Além de absurdo, é o sinal verde para a corrupção no Brasil, um incentivo ao roubo e uma mordaça aos inspetores e auditores.
Por que será que Collor quer dificultar a fiscalização, quais sãos seus objetivos?
 
A farra dos aviões
Quando estive na Câmara dos Deputados, como assessor parlamentar, conheci o deputado Chico Alencar, do Rio de Janeiro. Um bom deputado. Fala muito bem e é bastante aguerrido nas suas posições. Diante das notícias sobre o uso de aviões da FAB para levar deputados e senadores à festa de casamento e assistir jogos de futebol, meu xará apresentou quinta-feira (4) um projeto de lei que disciplina o uso de aeronaves da corporação por autoridades.
O texto restringe o uso de aeronaves da FAB para vice-presidente da República, presidentes do Senado, da Câmara e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministros de Estado e comandantes das Forças Armadas e Chefe do Estado-maior, e sempre que possível, a aeronave deverá ser compartilhada pelas autoridades. O projeto também limita os acompanhantes nos voos. Pessoas “estranhas ao motivo da viagem” não poderão acompanhar a autoridade, apenas assessores estarão autorizados a viajar também.
O descumprimento desta regra significará uma infração administrativa grave e a autoridade sofrerá sanções administrativas, civis e penais e ainda terá que ressarcir os órgãos públicos. Além disso, a proposta determina a “máxima transparência” nas solicitações e realizações de voos da FAB, e obriga que as informações sejam publicadas no Portal da Transparência do governo federal.
As autoridades só poderão usar as aeronaves da FAB para viagens realizadas por motivo de segurança e emergência médica, viagens a serviço e em deslocamentos para o local de domicílio da autoridade solicitante.
Na justificativa do projeto, Chico Alencar argumenta que o decreto 4244 de 2002, que regulamenta o uso das aeronaves do órgão, já delimitava o correto uso dos aviões, mas não restringia as viagens para pessoas estranhas e não determinava a transparência. O deputado do Psol lembrou ainda que em 2007 fez um pedido de informação ao Comando da Aeronáutica sobre o tema mas a resposta foi “totalmente insuficiente”.
Quem sabe a confissão de ‘erro’ do Henrique Alves, combinada com a impaciência das ruas, acabe de vez com esses ‘voos  festivos’.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

VOOS DA ALEGRIA



A imprensa noticia com destaque a notícia sobre a continuidade do uso de aviões da FAB para lazer de deputados e senadores, como um verdadeiro deboche a sociedade que nem bem acabou com os movimentos de protesto contra uma série de regras morais que não são cumpridas no país, continuam promovendo imoderadamente o poder. O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), devolveu na quarta-feira à União R$ 9.700 referentes, segundo ele, ao valor da carona que deu a sete pessoas em um avião da FAB (Força Aérea Brasileira) para assistir ao jogo entre Brasil e Espanha, domingo no Maracanã. Os R$ 9.700,00, segundo sua assessoria, foram baseados numa média do custo dos bilhetes aéreos referentes aos trechos de ida e volta entre Natal e Rio de Janeiro de sexta-feira a domingo.
Nunca soube que a FAB é táxi aéreo. Nem mesmo a transparência disciplina os nossos políticos.
O presidente do Senado, Renan Calheiros, não deixou por menos, usou outro avião oficial para ir a um casamento na Bahia. Provocado a se manifestar, Calheiros disse que não vai devolver dinheiro do voo e que o avião da FAB utilizado é de representação política, portanto, a lei permite que ele, como presidente do Senado, use de avião oficial.
Renan Calheiros saiu de Maceió em voo até Porto Seguro para o casamento da filha mais velha do senador Eduardo Braga.
Sobre a justificativa de que os valores gastos com o avião da FAB pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, foram devolvidos, mas há uma pequena diferença no valor informado pelo parlamentar.
O jornal Folha de São Paulo fez um cálculo em cima de voos comerciais e chegou à seguinte conclusão: O jatinho da FAB, na verdade, foi utilizado apenas para os oito passageiros - Alves e seus convidados.
Nas duas empresas, TAM e Líder Aviação, que oferecem serviços de fretamento particular, considerando as mesmas condições de dias, trechos e número de passageiros, o valor mais baixo saiu por R$ 158 mil. O mais caro, R$ 266 mil. O orçamento leva em conta ainda os dois dias de intervalo, entre sexta e domingo, e o deslocamento para ir até Natal buscar os passageiros.
A FAB disse que o valor gasto com os voos do deputado não pode ser divulgado por questões de sigilo estratégico e militar.
O jato da FAB foi buscar os passageiros em Natal na noite de sexta-feira, levando-os até o Rio de Janeiro e retornaram no domingo, às 23h, após a final da Copa das Confederações.
Estavam no avião da FAB à noiva do deputado, dois filhos e um irmão dela, um publicitário, com a mulher, além de um filho do presidente da Câmara.
Aliás, os voos da alegria não são novidade na política brasileira e nem exclusividade deste ou daquele governo. As farras aéreas com jatos da FAB ocorrem desde 1989, no governo José Sarney. No governo Fernando Henrique Cardoso, seis ministros foram expostos tendo usado jatinhos da Força Aérea para curtir férias em Fernando de Noronha. No governo Lula, amigos de filhos do ex-presidente botaram no Orkut fotos da viagem.
Os políticos pedem para levar!!!!

Para concluir, o anunciado Plebiscito que possivelmente seja aprovado para auscultar a sociedade sobre a reforma política, ela não valerá para as próximas eleições em 2014. Já está decidido.
A Cesta Básica nem Porto Alegre teve seis produtos aumentados. A batata foi a vilã, a que maior preço apresentou. Hoje a Cesta está custando R$ 329,16, um aumento de 12% desde janeiro.


AVANTE APOSENTADOS E PENSIONISTAS



Passei o fim de semana em Erechim depois de ficar ausente por trinta dias. Encontrei o centro da cidade, nesse pouco período, não tão bem cuidado como antes. As lajotas das calçadas... Ah, essas lajotas!!! A maioria delas soltas e com  cacos espalhados pelo passeio. Quando chove é um problema com o chuveiro de baixo para cima.

Por outro lado, reencontrei os amigos da roda do cafezinho no Imigrantes. Senti a falta de um deles, o Poletto, que treinou o Grêmio, o Ypiranga e outros grandes times do interior do Estado. Disseram-me que estava acamado, doente. Amigo Poletto, torço aqui de longe pela tua pronta recuperação. Espero vê-lo na minha próxima ida a Erechim no início de agosto.

Durante a viagem de retorno à Porto Alegre, pelo confortável ônibus leito da nossa tradicional Unesul, fui despertado por um telefonema. Era um leitor da coluna que me comunicava a realização de uma manifestação (pacífica, sem baderna) dos nossos aposentados e pensionistas do INSS, que cansados de tantas promessas, resolveram consignar seu protesto contra a aviltante pensão que recebem. Eles vão realizar uma passeata neste sábado, às 10 horas.

A coordenação está a cargo do ex-vereador e advogado Dr. Guilherme Barp.

Pena não estar aí para me juntar a tantos injustiçados para desfilar e engrossar o grupo de manifestantes.

Não sei, mas, acho, que é a primeira cidade no Rio Grande do Sul, cujos aposentados da Previdência Social se organizam para clamar e insurgir-se contra os magros vencimentos de todos os meses pagos pelo INSS.

Aliás, aproveitando, é bom que os aposentados não esqueçam dos milagrentos deputados e senadores que sempre se elegeram na base das promessas enganosas de vésperas de eleição. Um deles é senador pelo Rio Grande. Já que o Gigante acordou, não deixemos que ele volte a dormir, enquanto as nossas queixas sejam ouvidas.

No próximo ano teremos eleição para a renovação do Congresso Nacional. É o momento da vassourada. Chega de carreirismo político. O aposentado tem uma grande responsabilidade de ajudar a proceder a limpeza que o Brasil espera.

Há alguns meses atrás, manifestei-me nesta coluna pela falta de mais abrigos para os usuários do transporte coletivo da cidade, indicando, inclusive, um ponto importante: em frente ao Master Sonda, da Av. 7 de Setembro. Acabo de ler no nosso Bom Dia, que a vereadora Vânia Miola vem de apresentar projeto na Câmara Municipal pedindo ao Executivo, não só a instalação de abrigo nesse local, como em outros pontos carentes da cidade. Muito boa iniciativa.

A propósito, volto a lembrar ao setor competente da administração que reestude um novo modelo de abrigo, mais moderno, para substituir os mastodônticos existentes que em dia de sol, chuva ou frio não abriga coisa nenhuma.