domingo, 12 de junho de 2011

OS DESACERTOS DE UMA ADMINISTRAÇÃO
Faltando pouco mais de um ano para a eleição a prefeito, e com tantos desacertos começa a periclitar a pretensa reeleição de Paulo Polis (PT), e a continuidade da coligação com o PMDB para as próximas eleições, se não houver uma reversão nos equívocos cometidos pela administração até aqui.
Primeiro equívoco até hoje não restaurado e sem resposta, é o sistema viário urbano que continua no terreno das experiências; audiência pública foi realizada, mas até hoje sem resultados positivos;
Segundo equívoco: As lombadas eletrônicas, cujos contratos por conter irregularidades na concorrência, tiveram que ser denunciados;
Terceiro: os escândalos envolvendo servidores, na demolição de um veículo do município em horário fora de expediente, numa sexta-feira de carnaval, e o das pedras doadas que foram parar na casa de dois secretários;
Quarto: Contrato da Corsan. Só pirotecnia e muita foto em jornal.
Quinto: O serviço de recolhimento de lixo, que apesar da boa vontade e interesse do secretário de Meio Ambiente, Waldemar Dorfeld, continua deficiente dando margem a constantes reclamações.
E mais recentemente o sexto equívoco: a cobrança do estacionamento na área azul da cidade, que segundo determinação da Justiça, teria vício de origem na licitação vencida pela empresa Oscip. A irregularidade era tão gritante que a Justiça mandou suspender o pagamento do estacionamento.
A ação foi proposta pelo Ministério Público que considerou o contrato com a empresa vencedora da concorrência lesivo aos interesses do município. A Coopsul, antiga responsável pela cobrança na Área Azul, repassava ao Município R$ 8,2 mil pela exploração de 600 vagas. O novo vencedor da concorrência, por um número três vezes maior, ou seja, 1.700 vagas estava repassando somente R$ 5,6 mil. Diante dessa disparidade, o juiz da 1ª. Vara Cível, Luiz Piccinini, entendeu que houve direcionamento do edital de concorrência, ferindo o princípio da universalidade, impessoalidade e da igualdade de condições entre os licitantes, e deliberou sobre a suspensão da cobrança.
Com o cometimento de tantas imprecisões e incertezas cai o prestígio e a significância do governo municipal, que se elegeu criando uma expectativa na população onde tudo iria mudar, um governo de oportunidades (para os companheiros).
Outro setor que tem enfraquecido a atual administração é a saúde pública. O atendimento pelo Sistema único de Saúde vive situação preocupante. Por mais que se diga que temos aqui uma das melhores referências hospitalares, no caso a fundação Hospitalar Santa Terezinha, o atendimento pelo SUS é imprestável, irrito e excrescente. Até quando?
Todos os dias há reclamações em cima de reclamações contra a maneira de atendimento resultando em revolta de muitas pessoas, que no compreensível desespero tem partido até para a violência, como, aliás, já aconteceu por diversas vezes. A improficiência no tratamento aos recorrentes do SUS está a olhos vistos, só os responsáveis não enxergam.
Eu não sei por que existe conformidade nas avaliações positivas que muitos fazem a respeito do Hospital Santa Terezinha, com relação ao atendimento feito através do SUS.
O que mais desperta críticas é a forma como se materializa cotidianamente o péssimo atendimento de médicos e enfermeiros(as) do sistema que deveria ser mais urbano, universal e coletivo  à população que se queixa, e com razão.
O SUS foi criado para tornar obrigatório o atendimento público a qualquer cidadão. Qualquer pessoa tem direito a consultas, exames, internações e tratamentos nas unidades de saúde públicas (nas esferas municipal, estadual e federal) ou privadas, contratadas pelo gestor público de saúde.
Vá você precisar de um exame de tomografia, por exemplo. Duvido que consiga, há não ser que se sujeite a aguardar na fila e só receber o resultado pós-morte.

DOMINGO SEM LUZ

Um defeito em um transformador deixou sem energia elétrica boa parte dos moradores da Av. Comadante Kraemer, neste domingo, das 14:15h até por volta de 20h.
Torcedores do Internacional  não puderam assistir ao jogo com o Palmeiras.
Os telefonemas para a RGE, pouco surtiram efeito, pois os funcionários só compareceram ao local para restabelecer a energia quatro horas depois do corte.





sexta-feira, 10 de junho de 2011

TÍTULO A D.GIRÔNIMO
Ao completar 75 anos de idade, Dom Girônimo Zanandréa, bispo da Diocese de Erechim, ganhou da cidade a maior distinção para quem não é filho da terra, o título de Cidadão Erechinense em sessão solene na noite desta quinta-feira da Câmara de Vereadores, que contou com a presença de autoridades, familiares do homenageado, lideranças religiosas e comunitárias, e apresentações do Coral Municipal. No seu discurso de saudação o vereador Carlos Zanini, autor da proposição, relembrou a biografia de Dom Girônimo e de sua dedicação a causa da Igreja.
No agradecimento, o bispo também aproveitou para lembrar passagens da sua vida religiosa e o que contém as disposições do Código de Direito Canônico (Compêndio das leis da Igreja) no Cânon 401, parágrafo 1: O Bispo diocesano, que tiver completado 75 anos de idade, é solicitado a apresentar a renúncia do ofício ao Sumo Pontífice, que, ponderando todas as circunstâncias, tomará providências. Essas providências, segundo Dom Girônimo podem ser imediatas nomeando o substituto, como podem, também, levar algum tempo. Disse que o pedido será encaminhado nos próximos dias.
Após a sessão solene da Câmara, os presentes foram convidados a participar de um coquetel no salão do subsolo da catedral, onde Dom Girônimo recebeu os cumprimentos de paroquianos e amigos.

SECRETÁRIA TELEFONISTA

Tenho o maior respeito pelas secretárias telefonistas. É uma profissão tão nobre como qualquer outra. Lida com o público. E assim como pode receber a ligação de um chato, um passador de trote, pode, de repente ter que ouvir do outro lado da linha uma autoridade, enfim. É por isto que as nossas telefonistas ou secretárias telefonistas precisam estar bem preparadas para, quando tocar o telefone, atender bem. Deve ser amável, solícita, desenvolvida, interessada e acima de tudo, educada. Por mais que do outro lado da chamada esteja um bronco, mal educado ou galanteador, deve manter a linha, como se diz no vulgo popular, jogo de cintura, e procurar desempenhar bem a função.
Outro dia telefonei para uma determinada empresa, identifiquei-me dizendo que precisava falar com determinada pessoa da direção. A telefonista, talvez, não tendo uma noite bem dormida, ou levantara de mal com o mundo, atendeu-me visivel mente de mau humor, deixando uma péssima impressão dela e do estabelecimento a que serve.
Há secretárias que precisam mais ouvir do que falar. Por exemplo, a pessoa quando busca uma informação, quem está do outro lado da linha telefônica – primeiro – tem que deixar o interlocutor falar e dizer tudo o que deseja e não interrompê-lo; segundo, a telefonista deve saber a pessoa que possa dar a informação solicitada.
A pior situação é quando passa a ligação para a pessoa errada, e começa aquele “um momentinho não é comigo, vou transferir a ligação”. Na maior das vezes, uma ligação que poderia levar apenas dois ou três minutos, o sujeito fica cinco minutos pendurado no fone esperando as transferências de um para outro ramal.

DITO ISTO

Está causando grande repercussão às declarações do promotor de Justiça da comarca de Toledo, Paraná, Giovani Ferri, que alimenta a intenção de abandonar a área criminal, em face da aprovação da nova Lei pelo Congresso Nacional e Sancionada pela presidente Dilma Rousseff, com o apoio do Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, aumentando a impunidade neste país. É a Lei 12.403 que prevê a adoção de medidas cautelares em vez da prisão preventiva, entre elas o monitoramento eletrônico e o recolhimento domiciliar no período noturno.
Em tese só vai ficar preso quem cometer homicídio qualificado, estupro, tráfico de drogas, latrocínio etc. A prisão em flagrante e prisão preventiva, somente ocorrerão em casos raríssimos, aumentando a impunidade no país.
Na opinião do Promotor Luciano Vaccaro, da comarca de Erechim, a implantação da nova Lei, que deve entrar em vigor a partir do próximo mês de julho, se presta mais a uma ferramenta à impunidade, afetando drasticamente a sensação de segurança da sociedade, do que atenda as necessidades atuais.
Eta Brasil!!!




quarta-feira, 8 de junho de 2011

CLAMOR  POPULAR  FOI MAIS FORTE
O clamor popular e todas as pesquisas de opinião que apontavam pela saída do ministro Chefe da Casa Civil, Antônio Palocci, depois que vieram a público as notícias sobre o seu enriquecimento muito rápido (patrimônio dobrou em 4 anos) pelo período em que foi deputado, se confirmou nesta terça-feira.
A expressão popular de que o raio não cai duas vezes no mesmo lugar deixou de ser verdadeira, pois no caso em tela caiu três vezes: a primeira com José Dirceu, depois com Erenice Guerra e agora Antônio Palocci.
A presidente Dilma foi hábil e esperou o momento certo para extirpar o furúnculo que contaminava seu governo. O mesmo não se pode dizer da decisão do Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel que em 37 páginas assinalou na sua análise que não havia indícios de que Palocci tivesse praticado crimes.  Segundo analistas, foi a decisão mais decepcionante de um procurador que, inclusive, mandou arquivar as quatro representações propostas pela oposição contra o ex-ministro. As representações eram dos partidos de oposição (PPS, DEM e PSDB) que pediam a abertura de inquérito para investigar o aumento de seu patrimônio e as atividades de sua empresa, a Projeto.
Para Gurgel, não é possível concluir que o faturamento da Projeto tenha origem em “delitos” nem que Palocci “tenha usado do mandato de deputado federal para beneficiar eventuais clientes de sua empresa perante a administração pública”. Por essa razão, segundo o procurador, não haveria motivo para que ocorresse a quebra de sigilo fiscal ou bancário. E concluiu seu relatório afirmando que não há “justa causa” para abrir investigação contra Palocci.
Segundo os mesmos analistas a decisão de Gurgel ocorre num momento crucial. Desde maio, seu nome está com o de outros dois procuradores na mesa de Dilma para que ela decida quem chefiará o Ministério Público Federal nos próximos dois anos.
Em eleição feita pela Associação Nacional dos Procuradores da República, Gurgel ficou à frente com 454 votos. Dilma, porém, não é obrigada a acolher as sugestões e nem a escolher um dos nomes da lista.
Entre as outras representações de que o ministro ficará livre de responder estava uma que mostrava que a WTorre, cliente da Projeto, teria feito negócios com fundos de pensão e a Petrobras.
Ora, uma decisão desse quilate, dá motivo para várias especulações e uma delas seria a do interesse pela escolha do seu nome para a chia do Ministério Público Feederal.
No momento, a única esperança para a apuração dos fatos seria a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito que está em andamento no Senado.

ESCLEROSE MÚLTIPLA
De cada 100 mil habitantes brasileiros, 18 sofrem dessa doença neurológica, que a principio é de difícil diagnóstico. O noticiário da mídia traz a informação de que a medicina está conseguindo estabilizar a esclerose múltipla com uso de células-tronco. Pesquisadores da USP – Universidade de São Paulo, de Ribeirão Preto, acabam de divulgar um importante avanço no tratamento da enfermidade.
O processo é feito de forma semelhante à do transplante de medula óssea, mas com células do próprio paciente, selecionadas por meio de aférese (supressão da parte boa) e, então, congeladas, para depois serem devolvidas ao organismo por infusão.
Desde a década de 90 que pesquisadores se dedicam à descoberta de métodos que busquem recuperar pacientes da doença.
O transplante — ou reprogramação — do sistema imunológico serve não apenas para pessoas portadoras de esclerose, mas também para pacientes de artrite reumática, diabetes tipo 1 e lúpus eritematoso sistêmico, entre outros. Embora o primeiro transplante tenha sido feito em 2001 no Hospital Albert Einstein, hoje, o procedimento deixou de ser pesquisa e passou a ser aceito pelos convênios e pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde o aval da Sociedade Brasileira de Hematologia, dado no fim do ano passado. Segundo afirma o neurologista Hamilton Antunes Barreira, professor titular de neurologia, psiquiatria e psicologia médica da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto, o efeito do transplante é imediato em relação à estabilização.

SAIBA MAIS SOBRE A DOENÇA
A enfermidade leva à destruição das bainhas de mielina, que recobrem e isolam as fibras nervosas (estruturas do cérebro pertencentes ao sistema nervoso central). Entre os sintomas mais frequentes, estão fraqueza muscular, rigidez, dores articulares e descoordenação motora. O doente perde o equilíbrio quando fica em pé, sente dificuldade para andar, tremores e formigamentos. Em alguns casos, a doença pode provocar insuficiência respiratória, incontinência ou retenção urinária e alterações visuais. Existe uma escala de 0 a 10 para classificar a gravidade da doença. Se existe a suspeita de estar com esclerose múltipla, à primeira coisa a ser feita é ter certeza do diagnóstico. Deve-se então, procurar um médico neurologista, que é o profissional mais adequado a investigar e tratar pacientes com a doença. Como tenho na família esse problema, minha esperança agora é o transplante da célula-tronco.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

A HISTÓRIA É A LUZ DA VERDADE

“Um povo sem memória é um povo sem Históiria. Um povo sem Histótia está fadado a cometer no presente e no futuro, os mesmos erros do passado”.
Emilia Viotti da Costa – historiadora brasileira

“A história é a vida da memória, mestra da vida, arauto da antiguidade”. Li esta frase não sei onde nem quando. Perdoe-me o seu autor pela falta da lembrança. Afinal, o meu cérebro já conta 75 anos e começa a entrar na fase como a maioria dos neurologistas considera: amnésia retrógrada ou anterógrada, não sei!
Mas, quero comentar nesta terça-feira de temperatura fria para esquentar o pensamento, que os feitos de proeminentes pessoas da nossa vida comunitária se não as recordarmos, estão fadados ao esquecimento, privando as novas gerações conhecerem a sua história. É o que vou procurar fazer hoje: recordar. Lembrar de três figuras extraordinárias, que deixaram bons exemplos entre nós: o Desembargador de Justiça, e ex-diretor do Foro local, Dr. Júlio Costamilam Rosa, idealizador do Patronato São José e o notável médico Dr. José Carlos Fonseca Milano, ex-prefeito, ex-reitor da UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul. E o terceiro, que prestou relevantes feitos à comunidade erechinense, Olympio Zanin, professor e advogado. Por este último, que o conheci mais intimamente, recordo-o pelo apreço que tinha por ele. Mesmo não tendo a proeminência dos outros dois e pela falta de relevo e consideração justa e merecida da nossa farisaica sociedade, poucos se lembram dele.
Chico Zanin, como era carinhosamente conhecido, foi um dos tantos advogados inteligentes que militou no nosso Fórum, sempre com denodo e pujança defendendo os mais fracos.
Olympio Zanin nasceu em Veranópolis e veio para Erechim em 1932. Formou-se em Direito pela Faculdade de Pelotas em 1947. É dele o mérito e a iniciativa em trazer para Erechim em 1948 o SENAC - Serviço de Aprendizagem Nacional, a primeira escola profissionalizante a se instalar no município. O SENAC oferecia cursos de formação de datilógrafos e secretariado. Tive o privilégio de ser seu aluno e afirmo que valeu à pena ter recebido tantos ensinamentos do mestre Chico Zanin.
Permaneceu como diretor da instituição local durante nove anos, tendo sido afastado por suas convicções políticas. Mais tarde, foi professor laureado nos colégios Medianeira, São José, Instituto Barão do Rio Branco e fundador da Biblioteca Pública “Gladstone Osório Mársico”.
Recebeu sempre a admiração de seus alunos tanto que, em 1950, recebeu da turma da Escola Técnica Medianeira uma comenda onde os alunos expressam o “agradecimento ao mestre pelo desempenho do cargo”; comenda do Curso Técnico Feminino e do Município de Erechim, pelo reconhecimento em ter sido pioneiro fundador e incentivador da nossa Biblioteca Pública.
Escreveu vários livros entre eles Diálogo e Educação Sexual, Prosa e Verso, Uma Luz nas Trevas e História Universal da Literatura, talvez a mais importante de sua autoria. Tenho a informação de que ele levou 20 anos para concluí-la. O que mais se poderia dizer do Chico. Sim, ele era um conservacionista e apaixonado pela natureza. Na sua propriedade rural, próxima a cidade, ninguém podia tocar ou entrar nela sem ser convidado. Até quando lhe pertenceu, a mata existente era intocável, assim como tudo o que naquela área existia.
Antes de falecer, já muito enfermo e com dificuldades financeiras, ele escreveu uma comovente carta manuscrita, ao dileto amigo Helly Parenti. Na semana passada tive acesso a ela, e não me contive em publicá-la. A íntegra da carta é a seguinte:
“Hoje.(não coloca a data)
Amigo Ely. Como vê, piorei muito. Depois de tirar o elemento para exame, surgiu falta de ar. Ai os médicos do Hospital Santa Terezinha, determinaram minha internação pelo SUS. Agora, me disseram os mesmos médicos, que seriam obrigados a me transferir para outro quarto comum. Peço ao amigo, desesperado pela falta de dinheiro e a enfermidade grave que me enlouquece, peço o quanto antes, fale ao Diretor do H.S.T. para me beneficiar com este quarto nº. 216, ou outro similar, indo falar ao prefeito pagar minha internação no H.S.T. pagando um pouco da promessa dos meus salários em meu benefício de quem está totalmente quebrado, material e moral. Logo, Ely, porque talvez me mandem logo.
Quanto peço e te agradeço. Chico”.
Dias depois Chico Zanin morreu. Morreu pobre e sem a justa consideração da farisaica sociedade local. É dele a frase deixada em um de seus livros: ”Algum dia não chorem a minha morte, porque deixo alimento para a vida, que vale mais que a morte”.
Olympio Zanin não era um proeminente na visão da nossa sociedade. Que tristeza! Nem nome de rua; nem título de cidadão erechinense. Nada!
Ele apenas foi mais um entre nós. Mas, pra mim ele foi grande porque soube esquercer-se de si mesmo, para fazer os outros felizes. 

sábado, 4 de junho de 2011

A ENTREVISTA QUE NÃO CONVENCEU
Não tem mais jeito. O ministro Antônio Palocci tem mais é que se afastar do governo. A nova suspeita revelada pela revista Veja desta semana torna impossível a permanência de Palocci no comando da Casa Civil.
É impressionante a calma exercida pelo ministro durante a entrevista que ele concedeu ao Jornal Nacional da TV Globo na sexta-feira. Na TV mostrou-se sério, mas não convenceu. E agora, ainda mais com o que Veja revela, Palocci tem mais é que se mandar da Casa Civil.
A reportagem publicada na edição de VEJA desta semana salienta que o apartamento luxuoso que o ministro usa em São Paulo pertence a um laranja. Na avaliação de representantes de PSDB, DEM e PPS, o braço-direito da presidente Dilma Rousseff deve deixar o governo em definitivo - caso contrário, opinam eles, a crise envolvendo Palocci atingirá o Planalto em cheio.
A presidente Dilma que acompanhou toda a entrevista de seu ministro, antes de qualquer medida, vai aguardar a repercussão política. Dilma Rousseff vai ouvir o ex-presidente Lula neste final de semana que está retornando de uma viagem ao exterior. O encontro está marcado para o Palácio da alvorada
A se confirmar que Palocci usava laranja para esconder seu patrimônio, a
revelação sepulta a história política do petista
Não há dúvida de que a nova suspeita enfraquece ainda mais a situação de um ministro que já deveria ter deixado o cargo. Além de todos esses fatos, ainda pairam no ar acontecimentos passados, como o caso do caseiro Francenildo e as irregularidades na prefeitura de Ribeirão Preto. A situação dele já estava insustentável até antes.
A revista revela que o apartamento em que o ministro mora na capital paulista pertence a uma empresa fantasma, registrada em nome de um laranja que recebe 700 reais por mês.
Para políticos governistas as explicações do ministro foram satisfatórias. “Foram satisfatórias” disse o vice-presidente Michel Temer, além de achar que ele agiu a contento.
Outras repercussões.
Governistas e oposicionistas comentaram na noite desta sexta-feira (3) a entrevista concedida à TV Globo pelo ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci (leia os principais trechos exibidos pelo Jornal Nacional).
Confira abaixo o que eles disseram:
ACM Neto, deputado federal (BA) e líder do DEM na Câmara:
“A entrevista não fala nada, não acrescenta nenhuma informação, ele é vazio nos pontos que interessa, nas empresas que contrataram os seus serviços e a origem do recurso. Ele falar foi inútil, não deveria ter passado por essas, falou, falou e não disse nada. Ficou no ar numa nebulosa grande. Reforçou a necessidade de ele ir à Câmara, se defrontar com os deputados sobre as coisas graves que a empresa dele fez.”
Alvaro Dias, líder do PSDB no Senado: “A entrevista dele pode ser usada mais como peça de acusação do que de defesa. Em alguns momentos ele foi ingênuo, em outros foi inconsistente e não verdadeiro. Não respondeu às questões essenciais. Se escondendo atrás da tese de que os contratos são confidenciais, não revela nomes e valores, então não revela nada. Como homem público, tem dever da transparência e da publicidade, e não da confidencialidade. Quem o contratou o fez sabendo quem era Palocci, ex-ministro da Fazenda e deputado federal, com compromisso com a visibilidade. Não há a eliminação de nenhum dos indícios, ele tem que ir ao Congresso, e se não for, vamos continuar tentando a CPI.”
Cândido Vaccarezza, deputado federal (PT-SP) e líder do governo na Câmara: “Acho importante a entrevista porque ele deixou claro que era um problema dele, que não fez tráfico de influência e nem usou informações privilegiadas. Quero centralizar o debate sobre o ‘Brasil Sem Miséria’ e os projetos importantes para o Brasil. [A entrevista] facilita a discussão [sobre a convocação do ministro para dar explicações no Congresso”.
Chico Alencar, deputado federal (RJ) e líder do PSOL na Câmara: “Eu acho que ele demorou muito para falar, 18 dias, e falou muito pouco. Não acrescentou nada do essencial que a sociedade quer saber. Por exemplo, não falou que tipo de consultoria prestou e para quem. Dizer que tem nota fiscal é totalmente insuficiente.”
Cristovam Buarque, senador (PDT-DF): “Foi muito frustrante. Primeiro como parlamentar, ele escolhe falar com um jornalista, mas se nega a comparecer ao Congresso. É frustrante vê-lo falar com um só jornalista, não em uma coletiva ou em comissão do Senado. E me frustrei porque não vi respostas convincentes sobre o porquê do valor e porque foi pago a ele. Quando jovem, eu fui consultor. Se calculava os salários dos consultores e o lucro da consultora. Uma pessoa que ganha R$ 20 milhões por ano é a Gisele Bündchen, mas as pessoas que a pagam sabem quanto vão ganhar por ela aparecer, como com um jogador de futebol. É possível saber quem pagou. Agora vai aumentar muito a pressão do Senado e da Câmara para que essas informações apareçam.”
Duarte Nogueira, deputado federal (SP) e líder do PSDB na Câmara:
“Não disse absolutamente nada. Só piorou a questão. Não elucidou os pontos se houve tráfico de influência e de conquista de benefícios pessoais. Depois dessa entrevista, ele deve pedir afastamento. A posição do ministro ficou insustentável. Agora, a pressão da opinião pública vai aumentar, porque ele disse que só prestou serviços para empresas privadas, mas não disse se elas tinham interesses dentro do governo. E essa história de concentração de recursos no fim do ano, porque os pagamentos estavam represados não existe, eles são pagos a medida que são prestado.”
Henrique Eduardo Alves, deputado (RN) e líder do PMDB na Câmara:
“Acho que o que faltava era ele vir a público e fazer o que fez. Ele fez com segurança, as perguntas não foram combinadas. Na minha opinião ele respondeu com tranquilidade, serenidade. Mesmo para aqueles que não querem acreditar na sua palavra, ele fez com seriedade. Eu acho que ele encaminhou a documentação que ele falou, que não se envolveu com nenhum órgão público. Eu dou a ele este crédito. Acho que ele não iria falar ao Brasil o que a documentação não comprovasse. Ele fez com seguridade e cumpriu seu papel de forma esclarecedora.”
José Agripino, senador (RN) e presidente nacional do DEM:
“A entrevista não acrescenta nada, porque não esclarece a dúvida da opinião pública, que é se houve ou não tráfico de influência. Qual o problema de expor o negócio se eles são limpos? Ele falou para o público interno do governo e do PT, mas o cidadão comum em casa se pergunta qual o problema de dizer com quem ele tinha contratos, se eles eram limpos? Está longe de encerrar o assunto, as dúvidas permanecem e ele terá que se defender no foro adequado”. Luiz Sérgio (PT), ministro de Relações Institucionais: “Ele foi claro, objetivo e convincente. Não [precisa dar novas explicações ou falar no Congresso], porque todos estavam cobrando que ele falasse e ele falou para o Brasil, falou de maneira, como disse, clara, objetiva e convincente. As explicações que tinham que ser prestadas foram prestadas e os dados, como são dados que se referem a sigilos de contratos que precisam ser respeitados [não foram expostos]. Vou dar um exemplo: a  WTorre se antecipou dizendo que ele tinha trabalhado para ela e rapidamente, em poucos dias, de forma irresponsável, a oposição disse que ela tinha se beneficiado [de tráfico de influência]. Utilizaram uma empresa, o nome de uma empresa, de forma leviana para fazer disputa política, então é preciso preservar as empresas. Elas fizeram contratos. A crise vai passar. As pessoas queriam ouvi-lo e ele falou.”
Marta Suplicy, senadora (PT-SP), vice-presidente do Senado:
“Calmo, respondendo todas as questões com tranquilidade, Palocci colocou com clareza sua atividade empresarial. O mais importante foi a afirmação de não ter atuado em situações que envolveriam órgãos públicos. Tampouco ter desenvolvido qualquer atividade que dependesse, direta ou indiretamente, de decisão governamental. Da minha parte, tem toda confiança.”
Ophir Calvalcante, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB):
“São declarações insuficientes. Essa questão só poderá ser efetivamente elucidada, para saber se houve ou não tráfico de influência ou uso indevido do cargo, se houver uma investigação mais aprofundada e só quem pode fazer essa investigação é o Ministério Público Federal. Enquanto isso não houver, teremos, de um lado, o ministro tentando dar explicações e do outro os partidos da oposição dizendo que estas foram insuficientes. Ao lado disso, a OAB continua insistindo que o licenciamento do ministro seria a melhor solução.”
Pedro Simon, senador (PMDB-RS): “Ele falou aquilo que a gente já sabe. Hoje tem uma pessoa, que é o procurador-geral da República, que tem todos os dados, de acordo com o ministro. Vamos aguardar o pronunciamento dele.”
Romero Jucá, senador (PMDB-RR), líder do governo no Senado:
“Foi uma entrevista tranquila. Ele falou o que poderia falar respeitando a confidencialidade dos contratos e acho que esclarece a posição dele e dá um ponto importante de que não pode haver exploração política nesse caso. Exploração política vai haver sempre, mas a base do governo ganha agora um discurso importante para defendê-lo. [Palocci] Não deu detalhe das empresas porque não queria expor. Está correto. Falou sobre todos os assuntos e que está respeitando informações detalhadas aos órgãos de controle.”
Ronaldo Caiado, deputado federal (DEM-GO): “Primeiro lugar, nada convincente e nada esclarecedor. Ficou claro que ele foi cem por cento monitorado por advogado de defesa. Ele não teve um comportamento de um homem público. Em resumo, é um político em queda-livre, sem rede de proteção. A Casa Civil caiu. Ficou claro que ele não suporta uma convocação na Câmara. Palocci cada vez mais está com cara de ser o Delúbio Soares do governo Dilma.”
Rui Falcão, deputado estadual (SP) e presidente nacional do PT:
“Muito boa, achei a entrevista muito convincente. Desde o início, sempre achei que ele [Palocci] tinha dado as respostas sobre sua consultoria, agora ele detalhou. Ele mesmo afirmou, e sempre achei isso também, que não há nenhuma crise, e com essas informações detalhadas acredito que se encerra o assunto.”
Sérgio Guerra, deputado federal (PE) e presidente nacional do PSDB:
“Ele prestou esclarecimentos sobre o que ninguém perguntou a ele. O que todos perguntam e que cabe esclarecer é para quem trabalhou, por quanto trabalhou e qual o trabalho que ele fez. O argumento de que o faturamento se concentra no momento em que ele encerra o trabalho da empresa não resiste a três minutos de exposição. Se ele está disposto a falar ou se apresentar como aconteceu hoje para toda a população, por que ele não vai ao Congresso como bom democrata e presta os esclarecimentos? Não é por falta de convite, é por excesso de proteção.”

sexta-feira, 3 de junho de 2011

O SOFÁ
Um transeunte fez questão me levar até a Av. Presidente Vargas, em frente da revenda Gaieski Automóveis, para mostrar-me até que ponto chega o desleixo da fiscalização da Prefeitura. Alguém das proximidades colocou como sendo lixo, em cima do passeio, um sofá. Pelo estado de decomposição do mesmo ele deve estar nesse local há mais de um mês. Até flores cresceram ao seu redor e por entre o acento. Não bastasse isso, na esquina com a Rua Alemanha, há alguns passos de onde está o sofá, um monte de galhos de árvores, também no passeio, atrapalhando as pessoas que por ali transitam enfeiando aquela área.
Será que custa muito um caminhão da limpeza pública recolher aqueles entulhos ali existentes? Foi a pergunta que me fez o transeunte e que transfiro a administração municipal. Até quando!

FAIXAS DE SEGURANÇA
Os motoristas continuam não obedecendo às faixas de segurança. Acho que os azuizinhos têm que andar mais a pé e menos de automóvel e postar-se ostensivamente junto a sinalização, para obrigar os motoristas a pararem dando preferência aos pedestres.
Há algum tempo viam-se fiscais do trânsito junto a faixa de segurança no |Colégio  Medianeira, por exempolo. Hoje nem isso mais acontece. A informação que me foi passada é que a escala de fiscalização é por importância de movimento das escolas. Pela ordem: Uri, Barão do Rio Brando, São José, Dom e seguem-se as demais. Significa dizer: Faltam agentes de trânsito. Até quando!
FRIO
Com as baixas temperaturas os hospitais de Erechim começam a ter problemas de internação e atendimento nos setores de emergência.
Se para quem possui convênio já está difícil, imagine os que dependem do Serviço Único de Saúde – SUS! Até quando!

SARNEY PINTA E BORDA 
Foi reinaugurado na semana passada com pompa pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), o "túnel do tempo" - como é chamado o corredor que liga o plenário a gabinetes de senadores. Pois o “túnel do tempo” - traz agora uma decoração que "reescreve" a história da Casa. Os painéis com os principais momentos da instituição, dos primeiros anos da independência do Brasil até o ano passado, nos primeiros dois dias não faziam referência, por exemplo, ao impeachment, em 1992, do então presidente da República e hoje senador Fernando Collor, e nem tampouco à cassação do ex-senador Luiz Estevão (DF), em 2001. As CPIs que marcaram a atuação da Casa também ficaram de fora. Depois das críticas da imprensa Sarney mandou recolocar novamente os painéis.
Por outro lado, garanto que esta você não sabia: O Senado tem 488 servidores para cuidar de 88 carros. E tem gente que ainda vota nesses políticos desavergonhados. Até quando!

SENADOR QUER SAÍDA DE PALOCCI
O senador gaúcho Pedro Simon (PMDB-RS) usou a tribuna do Senado nesta quinta-feira para pedir que o ministro-chefe da Casa Civil, Antônio Palocci, deixe o cargo. O senador disse que a situação já está constrangendo a presidente Dilma e parlamentares por conta da crise envolvendo a evolução do seu patrimônio, ampliado em 20 vezes entre em quatro anos.
— Meu caro Palocci, se afaste do cargo, se afaste hoje ou amanhã, mas se afaste antes que seja criada a CPI. Vossa excelência ficando, fica mal, e vossa excelência deixa a presidente Dilma em uma posição muito delicada — discursou.
Está ficando feio para o PT e para o PMDB impedir que o ministro venha depor em uma CPI – afirmou o senador gaúcho. Até quando!

SENADINHO
Senadinho foi o nome dado ao local onde um grupo de amigos se reúne durante o cafezinho no Plaza Imigrantes, para bater papo e discutir sobre tudo que se passa no cotidiano. Política, futebol, negócios, piadas, (do Buja), e até assuntos científicos e jurídicos são levantados durante uma hora de saudável convívio. Na quinta-feira os “senadores” cantaram parabéns a você a um assíduo freqüentador do Senadinho, o Sanches Madrid, pelo seu aniversário.  

quarta-feira, 1 de junho de 2011

ANIVERSÁRIO DO CARIDADE
Com uma missa celebrada pelo Pe. Benjamim Busatto e discurso proferido pelo presidente Epaminondas Greca, foi inaugurado oficialmente em 31 de maio de 1942, o Hospital de Caridade, (69anos) uma das mais bem conceituadas instituições hospitalares do interior do Estado. Após os atos inaugurais recebeu as homenagens da comunidade o grande benfeitor, segundo os mais antigos moradores da cidade, o prefeito Jerônimo Teixeira de Oliveira.
Sua história remonta a 1938. O prefeito Henrique Continentino Córdova, nomeia uma comissão para realizar os estudos preliminares da construção do Hospital. Foram nomeados Vitório Fasolo, Diógenes Nunes, Dr. Ciro Miranda e Silva e Aldo Afonso de Castro. Em maio do mesmo ano uma reunião no Salão Nobre da Prefeitura elegeu por aclamação a primeira diretoria que foi constituída do Dr. João Caruso, Vice – Pe. Benjamim Busatto,1º. Secretário Ruy C. Villasbos, 2º. Manoel Carmona Gallego, 1º Tesoureiro Benedito Sampaio, 2º. Modesto Rigoni. Mesários: Aldo Arioli, Rev. Alberto Blank, Giacomo Madalozzo, Eurydes Castro, Fioravante Tagliari, Jacques Massignam, Germano Hoffmann, José Maria de Amorim, Estevão Tabaczenski, Domingos Scipioni. Ernesto Pagnoncelli. Suplentes: Eurico Godoy Ilha, Olinto Zambonatto, Diumer Scneider, Estevan Carraro, Nelcindo Hoffmann e Carlos Kellher.

SELO DA SOLIDARIEDADE
Alem das ofertas espontâneas da comunidade, o Intendente Egydio de Souza sugeriu a instituição do “Selo da Caridade” que constaria em todos os requerimentos e outros papéis relativos à Intendência Municipal com a estampilha no valor de 1$000 (um mil réis). Também nas folhas de pagamento, ou seja, cada funcionário municipal concorreria mensalmente com o valor do selo a ser descontado de seus vencimentos para reunir fundos a construção do Hospital.
Fora arrecadados até novembro de 1938, a soma de 61:827$820  ( sessenta e um contos, oitocentos e vinte e sete mil e oitocentos e 20 réis). O interventor Cordeiro de Farias, em nome do Estado doou 100 contos de réis e visitou pessoalmente as obras ainda no período final da construção.

A CONSTRUÇÃO
A firma G.Madalozzo & Cia.Ltda. foi a vencedora da concorrência pública para a construção do Hospital de Caridade e o projeto foi de autoria do engenheiro civil Ari Pavão, funcionário da então Comissão de Terras.
 DESTAQUE

Foi importante e exemplar a contribuição dos professores e alunos das escolas municipais numa iniciativa do professor João Germano Imlau (Inspetor do Ensino Municipal) que através de festivais arrecadou a importância de 9:233$600 (nove contos, 233 mil e 600 réis).

DISCURSO
Interessante lembrar, passados 69 anos de fundação do Hospital de Caridade, o que disse o presidente Epaminondas Greca no seu discurso de inauguração. Entre homenagens e agradecimentos a certa altura disse "NMão quis a sorte nem imprevistas contingências, facilitar a solução de um grande problema social e de acentuada finalidade filantrópica:umas vezes causas fortuitas  de cizânia ( desavença, discórdia, incompatibilidade) e de perfídias pessoais - outras vezes em decorrência politico-partidárias veio quebrar o elo da necessária cooperação entre o poder público municipal e a entidade". Dirigindo-se ao prefeito Jerônimo Teixeira de Oliveira , Greca afirmou: " O quadro acima foi o que encontrei e que entravaram o o início das obras, que estavam em estato letárgico, mas que conseguimos encaminhar o problema no terreno da realidade".
Cita o Dr. Carlos Schilling, como o idealizador da construção do Hospital e ao Dr. João Caruso que lutou contra as adversidades, juntamente com o Dr. José Carlos Milano e o engenheiro Ary Pavão.
Na pessoa do atual presidente Edson Dal Lago fica a manifestação de apreço pela boa administração extensivo a todos os médicos e funcionários do HC.